Kalkwasser é atualmente um dos produtos de maior utilidade para o aquarista. Seu preço baixo aliado a facilidade de uso o torna um produto ideal para o aquarista. É usado tanto para manter Cálcio e Reserva Alcalina, bem como para aumentar o PH em casos em que seja necessário. 

Existem algumas limitações no seu uso, como a quantidade a ser dosada e o aumento rápido do PH se dosado de maneira incorreta. Veremos nesse artigo suas reações, limitações e a maneira correta de dosar kalk em nossos aquários.

O que é Kalkwasser?

Kalkwasser pode ser feito dissolvendo tanto óxido de cálcio (CaO) ou hidróxido de cálcio Ca(OH)2 na água. Quando usamos CaO , ele primeiro se hidrata para Ca(OH)2 em contato com a água (H2O) :

CaO + H2O ==> Ca(OH)2 + calor

Conseguentemente, existe uma diferença no uso CaO ou Ca(OH)2 , dado que CaO envolve calor na reação quando é hidratado. Quando o Ca(OH)2 se dissolve, ele se dissocia na água em íons de cálcio (Ca++) e íons de hidróxido (OH-) :

Ca(OH)2 ==> Ca++ + 2OH-

Observamos que o íon de calcio obviamente atende a demanda de cálcio do aquário, e o íon de hidróxido atende a reserva. O hidróxido sozinho provê alcalinidade, mas os corais consomem a reserva como bicarbonato e não hidróxido. Felizmente, quando kalkwasser é usado no aquário, ele rapidamente se combina com o dióxido de carbono para formar bicarbonatos e carbonatos como segue abaixo :

OH- + CO2 ==> HCO3-
OH- + HCO3- ==> CO3– + H2O

A reação de precipitação :

Quando o dióxido de carbono é dissolvido na água, ele é hidratado e forma ácido carbônico :

CO2 + H2O ==> H2CO3

Logo, com um ph acima de 11 como é o kalkwasser, o ácido carbônico se equilibra para formar carbonato :

H2CO3 + 2OH- ==> 2H2O + CO3–

Este carbonato se combina com o cálcio da solução para formar carbonato de cálcio na forma sólida :

Ca++ + CO3– ==> CaCO3 (sólido)

O resultado desta reação é óbvio. O carbonato de cálcio pode ser visto facilmente como um sólido branco, em geral depositado no fundo do recipiente aonde colocamos kalkwasser.
Sendo assim, como carbonato de cálcio não é um suplemento útil , esta reação deve ser evitada, pois ela limita o potencial do kalk em suprir o aquário com cálcio e reserva. Se o recipiente que colocamos kalk tiver contato e aeração suficiente com o ar ( Co2) , praticamente restará muito pouco Cálcio e Reserva para ser adicionado no aquário. O ideal é que o recipiente seja fechado, como por exemplo os reatores de Nielsen.

Como dosar kalkwasser no meu aquário ?

Dilua 1,6g de hidróxido de cálcio para cada 1L de água doce, de preferência água de RO e sem aeração ou muita movimentação para diluir a mistura.É importante que o hidróxido de cálcio seja diluído em água doce, pois se dosado em água salgada não será eficiente. A maneira mais eficiente de dosar é por gotejamento lento e noturno perto do skimmer. Você pode usar um equipamento de soro para realizar esta tarefa ou algum dosador automático vendido nas lojas do ramo. Em geral, os aquaristas repõem toda a água doce evaporada com água doce mais kalk. Em geral funciona, mas é preciso um certo cuidado por parte do aquarista. O maior perigo é dosar uma quantidade excessiva de kalk no reef, tendo como efeito o aumento rápido do PH e as vezes a precipitação de carbonato de cálcio. O conselho é sempre começar com uma quantidade pequena ( 500 ml para um reef de 200L por exemplo ) e depois que todo o kalk ( 500 ml ) entrar no aquário, fazer uma medição do PH . O PH nunca deve ultrapassar 8,6 após a dosagem de kalk. No verão quando se tem uma evaporação muito grande devido ao uso de ventiladores, é preciso ficar atento a quantidade de kalk que entra no aquário. Logo , sempre faça a medida do seu PH depois de dosar kalk nas dosagens iniciais, para assegurar que o seu PH não ficará acima de 8,6.

Doso kalk diariamente mas minha Ra e Cálcio não sobe ! Porque ???

Essa é uma pergunta freqüente que assola os aquaristas. Podemos encontrar algumas respostas para esse questionamento.

Uma primeira resposta é que seu aquário pode ter uma grande demanda por Ca e Ra , dado pelo consumo de corais duros, algas calcáreas do seu aquário. Neste caso o melhor é comprar um reator de cálcio ou dosar algum suplemento conjugado como biocalcium para ajudar na tarefa.

Uma segunda resposta pode ser a maneira incorreta de dosar e a quantidade que entra no aquário. Poucos aquaristas entendem as relações entre Ca , Ra e PH. Em um PH alto, o valor de saturação de Ca e Ra diminuem. Então por mais que você dose kalk, sua Ra e Ca não vai subir, devido ao alto valor do Ph do seu aquário. O ideal seria que o PH do aquário nunca ultrapasse 8,3. Logo, quanto maior o ph, a quantidade de cálcio e reserva que pode ser mantida na solução sem precipitar diminui.

Está nevando no meu aquário, o que é isso ?

Quando acontece uma superdosagem de kalkwasser no aquário, é possível que aconteça uma precipitação de carbonato de cálcio no seu aquário se o ph ficar com um valor alto por muito tempo. Nesta situação, o aquário inteiro pode ficar com a aparência de uma nuven ou uma aparência leitosa. Essa precipitação tem o benefício de baixar o PH, mas a ra também cairá devido a overdose. Em alguns casos, depois de dois dias tudo volta ao normal e o aquário não sofreu nenhum prejuízo. Mas em casos extremos, uma superdosagem pode matar todos os organismos do aquário.
Os pontos abaixo devem ajudar caso aconteça uma superdosagem :

- Não entre em pânico, em geral uma pequena overdose não é tão prejudicial e tudo volta ao normal em alguns dias

- A chave é o PH. Se o PH estiver 8,6 ou abaixo de 8,6, não faça absolutamente nada. Se o PH estiver acima de 8,6, então abaixa-lo será uma prioridade. Adicionar vinagre branco é uma boa maneira de realizar esta tarefa. Adicione 1 ml de vinagre branco para cada 3,8L, isso deve baixar 0,3 unidades do PH. Adicione em uma área de turbulência e alta circulação longe dos corais, o ideal é adicionar no sump perto da bomba de recalque .

- Não se preocupe em medir seu cálcio ou ra enquanto o aquário estiver leitoso.

- Trocas de água não são necessárias ou benéficas para casos de superdosagem.


Figura : Um aquário com overdose de kalkwasser, com as partículas de carbonato de cálcio na coluna dágua. O mesmo aquário dias depois, cristalino e sem nenhuma perda

Conclusão

Espero que com esse artigo, o aquarista esteja mais apto a usar kalkwasser de maneira mais segura, e com um entendimento mais completo das reações que ocorrem no processo de dosagem. Kalkwasser é muito eficiente e se utilizado da maneira correta tende a trazer grandes benefícios para a manutenção dos níveis de Ca e Ra de nossos sistemas.

Referências – Randy Holmes – ReefKeeping

Fonte: Roberto Denadai

Glossário

Publicado: outubro 21, 2010 em Aquarismo
A
Aclimatação: O processo através do qual os peixes se adaptam a um determinado ambiente. Por exemplo, peixes que são normalmente mantidos em uma temperatura vão levar tempo para se ajustar a temperatura diferente. Durante a aclimatação os peixes podem se tornar mais suscetíveis a patógenos e podem apresentar pouco apetite e baixas taxas de conversão alimentar. Aclimatação pode ser necessária para alterações na temperatura ou qualidade da água, regimes de iluminação, práticas de manejo, etc. As bactérias de filtros biológicos também requerem aclimatação a trocas na qualidade da água, durante a qual podem ter suas funções reduzidas.
actine:
Actinica: tipo de lâmpada, muito usada em aquários, que proporciona qualidade de luz apropriada para que exista fotossíntese. Melhor usada em aquários que contém plantas ou animais que abriguem algas simbiontes.
Aeração: renovação ou penetração do ar, ventilação.
Aeróbico: Ser vivente que necessita de oxigênio para viver. Conceito normalmente aplicado quando se faz referência ás bactérias.
Agar – agar : Espécie de geléia extraída de algas, usada na alimentação.
Água dura : É a água que contém muitos sais minerais diluídos, sob forma de carbonatos, sulfatos ou cloretos.Benéfica a alguns tipos de peixes, porém prejudicial a outros.
Água mole (ou branda) : Água destituída de sais minerais diluídos. a água de chuva e a destilada são consideradas brandas.
Águas interiores: Águas que banham a zona menos profunda da plataforma continental.
Albino: Exemplar com ausência de pigmentação na pele ou nos olhos.
Alcalinidade: Dureza em carbonatos ou KH, é a medida em miliequivalentes de substâncias alcalinas por litro. Essas substâncias tem o poder de manter o pH estável.
Alelo: Uma das várias formas alternativas dum gene específico; cada uma possuindo uma sequência única de nucleótidos.
Alevino: Forma inicial dos peixes; filhotes com as mesmas características físicas dos pais.
Alga: Família de plantas da classe das criptogâmicas, que vivem no fundo ou na superfície de águas salgadas ou doces. Também conhecidas como “Microalgas” ou “Macroalgas”.
Algas: Plantas primitivas de água doce ou salgada, muitas vezes microscópicas.
Ambulacro: Estrutura de locomoção dos echinodermatas.
Amônia: Mineralização do azoto (Nitrogênio) ligado orgânicamente aos restos de comida e excrementos que é transformado pelas bactérias que separam albumina, sendo libertado sob a forma de íons inorgânicos de amônio NH4+ e amoníaco NH3-.
Amphipodas: Crustáceos da classe Malacostraca e ordem Amphipoda, ótimo alimento vivo para peixes, se encontram no substrato e rochas
Amplitude de maré: Mudança diária do nível das águas do mar de alto para baixo; maré vazante.
Anaeróbicos: Ser que vive na ausência de ar ou oxigênio livre.
Área protegida: Área marinha ou terrestre especialmente dedicada à protecção e manutenção da biodiversidade, associada a recursos culturais e gerida com apoio legal ou qualquer outro meio efectivo.
Artêmia: Tipo de comida muito comum para peixes de água doce ou salgada. São pequenos crustáceos que vivem e se reproduzem na água salgada. São encontrados em quando quantidade nas Salinas.
Artêmia Salina : Camarõezinhos de água salgada (salinas), pequenos crustáceos de fácil cultivo e um excelente alimento para peixes.
Artemias Salinas: ARTEMIAS SALINAS – A artemia é um crustáceo de água salgada que atinge, quando adulto, 01 cm de comprimento, sendo oriundo, no Rio de Janeiro, de bancas de salinas, amplamente distribuídas pela região dos lagos
Assexuado: Que não possui sexo
Autonomia: Propriedade que alguns seres apresentam de realizar mutilações em si próprios como maneira de escapar de algum predador (como os crustáceos).
Autossoma: Um cromossoma não sexual. Antónimo de alossoma.
Autotrófico: Diz-se do organismo capaz de gerar seu próprio alimento a partir de nutrientes inorgânicos e uma fonte de energia como a luz, por exemplo.
B
Bactéria: Grupo de procariotas microscópicos, unicelulares ou pluricelulares por vezes agregados em filamentos. Não possuem clorofila e multiplicam-se por divisão celular ou qualquer outro processo assexual.
Bactérias: Seres microscópicos unicelulares, semelhantes às algas mais simples, porém não possuem clorofila.Algumas são providas de filamentos ou flagelos usados para sua locomoção na água.Bactérias como as nitrificantes são grandes auxiliadoras da aquariofilia, porém outras são causadoras de doenças.
Barbilho ou Barbilhão : Apêndice bucal de alguns peixes, com função sensorial.
Bentico : so complementando ou que vive associado ao substrato nao so sobre ele
Bêntico: Diz-se do organismo aquático que vive diretamente sobre o substrato.
Bêntico : Habita ou relaciona-se com o fundo; vive e/ou alimenta-se no fundo.
Bexiga Natatória : Orgão inflável localizado na parte dorsal do corpo do peixe, responsável por sua flutuação.
Bicarbonato de Sódio: NaHCO3; usado para repor a reserva alcalina nos aquários marinhos.
Biodiversidade: Termo que expressa a variabilidade entre seres vivos de qualquer ecossistema.
Bioluminescência: Luz produzida por alguns sêres vivos.
Biota: Conjunto referente a totalidade de seres dentro de um ecosistema.
Blood-worms: BLOOD-WORMS (Chironimus plumosus) – Trata-se de um tipo de mosquito que deposita seus ovos no fundo da poça (lama), os quais irão gerar uma larva de coloração vermelho acentuado, que se mantém na lama do fundo.
Brânquias: Órgão de respiração dos seres aquáticos, (guelras).
Branquiópodes : Animais marinhos semelhantes a moluscos e conchas bivalves.
Briozoário: Pequenos animais aquáticos usualmente formando colónias que atapetam superfícies.
Brotamento: Tipo de reprodução assexuada onde um novo ser é desenvolvido a partir do corpo de outro. Sendo esse novo ser, indêntico ao matriz
Butterfly (BT): Uma coloração de Betta em que as nadadeiras, inclusive a caudal, são metade de uma cor, metade de outra. Por exemplo, as nadadeiras podem ser metade vermelhas e metade brancas: BF red/white
C
Ca(OH)2: Hidróxido de cálcio.
CaCO3: Carbonato de Cálcio
Cardume: Grande número de peixes de uma mesma espécie.
Caroteno: Pigmento vegetal de cor vermelho-alaranjado. Tem por função fixar o oxigênio do ar. É também chamado de pró-vitamina A, devido às propriedades que apresenta.
Cartilagem: Tecido translúcido constituinte do esqueleto das larvas e juvenis dos peixes. No caso dos tubarões e raias este tipo de tecido persiste até Àidade adulta. Nos peixes ósseos é convertido em osso com a idade; tecido constituído por uma matriz de condrina.
Caulerpa: macroalga muito utilizada em aquários que utilizam o sistema de “refúgio”, Pois consome o excesso de nutrientes e nitrato, funcionando como um filtro biológico muuito eficiente no aquário.
Chiller: Chiller e um aparelho resfriador usado para reduzir e controlar a agua do aquario.
Choque: Quando há diferenças bruscas de algum parâmetro da água ex. Densidade, temperatura e etc.
Ciclo evolutivo : Sucessão de fases que atravessa um organismo durante seu desenvolvimento.
Citoplasma: Parte viva duma célula, excluindo a membrana e o núcleo.
Cloreto de Cálcio: CaCl2; usado para repor o consumo de cálcio em aquários de corais.
Cnidaria: Filo ao qual pertencem animais invertebrados, radialmente simétricos, com tentáculos envolvendo a boca em uma extremidade do corpo. Possui forma pelagica (medusa) e bentonica (polipo). Incluem-se neste filo as agua-vivas, anêmonas, zoantídeos, corais etc.
Comensalismo : Associação onde apenas um dos participantes se beneficia, mas sem causar nenhum mal ao outro. No caso do comensalismo, a interação é feita por ganho de alimento.
Comensalismo: Associação entre indivíduos de diferentes espécies que partilham alimento sendo que um é beneficiado e o outro não é prejudicado.
Conservação: A gestão do uso humano da biosfera para que possa trazer o máximo de benefício sustentado à geração actual sem por hipotecar as necessidades e aspirações das gerações vindouras.
Copepodo: Crustaceo da classe copedpda e ordem Podocopida, encontrado nas rochas e substrato do aquário de rochas vivas
Cópula: Método de fertilização entre o macho e a fêmea.
Coral: Animal aquático, responsável pela formação de recifes.
Coral: Animal do filo cnidária(ou celenterada), classe anthozoa de vida petril e que possui base cálcarea
Cria: Ninhada dos peixes.
Cromatóforos: Células que têm pigmentos responsáveis pela coloração dos animais.
Cromossoma : Estrutura que se encontra no núcleo celular e contém o DNA.
Crustáceos: Grande grupo de artrópodes decápodes que inclui caranguejos, camarões, gambas lagostas e lavagantes. Animais invertebrados com esqueleto externo. Habitam biótopos marinhos, dulceaquícolas
Cup: Coral em formato de copo
D
Dáfnia: Pequeno crustáceo de lagos e charcos (pulga d’água), rico em iodo, fósforo e cálcio.
Deionizador: Filtro de água que por troca iônica retira metais, fosfatos e nitratos da água da rede. Deixando-a apta ao uso no aquário
Demersal: Que se encontra perto do fundo; que vive no ou perto do fundo.
Desova: Colocação de ovos pela fêmea.
DH: (Deutsh Hardness) Escala Alemã que demonstra a dureza da água.
Diatomáceas: Filo de vegetais unicelulares que se distinguem pela parede celular silificada e pelo colorido amarelo-pardo.
Dimorfismo sexual : Diz-se dos peixes que apresentam características distintas para cada sexo.
Diplóide: Diz-se da célula que contém cromossomos em pares em seu núcleo; 2N.
Diversidade específica: O número e a variedade de espécies que se encontra numa dada área numa região.
DIY: (Do It Yourself) Faça você mesmo.
DNA: Ácido desoxirribonucleico; longa cadeia de moléculas que se encontram no núcleo das células e que formam o código genético responsável pelas características genotípicas e fenotípicas de qualquer ser vivo.
Dolomita: Tipo de rocha constituída principalmente de carbonato de cálcio e magnésio.
Dolomita: Mineral trigonal, carbonato duplo de cálcio e magnésio, utilizado por muitos aquaristas como parte do substrato.
Dolomito: Tipo de rocha constituída principalmente de carbonato de cálcio e magnésio.
Dorsal: Relativo ao dorso (costas).
Drosophila: Gênero de pequenas mosquinhas de frutas usadas como alimentos para algumas espécies de peixes.
DRY-WET : Molhado e seco), Sistema de filtragem mecânica e biológica (bactérias)
Dureza: Medida que revela a quantidade de minerais dissolvidos na água.
E
Ecologia: Ramo da Biologia que estuda as interrelações entre os organismos e o Ambiente.
Ecossistema: Comunidade de plantas, animais ou outros seres vivos juntamente com a componente inorgânica do Ambiente, encontrados num determinado habitat e interactuando entre si.
Ecossistema: Todo o conjunto de relações entre determinado meio ambiente e os organismos que vivem nele.
Ecossistemas bênticos: Porção do Reino marinho composto ou dominado pelo substrato do fundo ou pelos seus organismos .
Elasmobrânquio: Grupo de peixes que inclui os tubarões e as raias; peixes cartilaginosos.
Elasmobrânquios: Peixes com esqueleto cartilaginoso (Tubarão).
Elementos Traços : São elementos que por serem encontrados em pequenas quantidades na água recebem este nome.
Enchitréias: ENCHITRÉIAS (Enchytraeus albidus) – A exemplo dos anteriores, são vermes brancos de pequeno porte, porém maiores que os microvermes, com aproximadamente 01 cm de comprimento. Pelo seu tamanho são utilizadas como alimento para peixes adultos.
Endoparasita: Parasita que vive dentro do corpo de um hospedeiro.
Enquitréia : (enchytraeus albidus) pequenas minhocas brancas que atingem no máximo 2Cm de comprimento. É um alimento e se reproduz com facilidade ,pois é hermafrodita.
Epibiontes : Plantas ou animais que aderem a espermatófitas aquáticas ou a quaisquer outras superfícies submersas.
Epífeto: Vegetal que vive sobre outro sem retirar nutrimento, mas apenas com apoio. Alga epífeta, significa algas que aderem a outras algas ou organismos como substrato de apoio. Tais vegetais seria epifíticos. As vezes podemos encontrar a expressão “epifitando” ou “epifetar”, na condição de verbos, mas gramaticalmente a expressão pode ser substantivo ou adjetivo.
Epipelágico: Camada superior, normalmente zona fótica dos oceanos entre a superfície e a termoclina, ou seja, os 0-200 m; que vive ou se alimenta desde a superfície aos 200 m.
Epizoótico: Surto epidémico que afecta muitos animais.
Equinodermo: Pertencente ao filo Echinodermata. Animais exclusivamente marinhos, possuem simetria radial pentameral, endoesqueleto de ossículos calcários e pés ambulacrais usados na locomoção e alimentação. Existem 5 classes de equinodermos: Asteroidea (estrelas-do-mar); Ophiuroidea (ofiúros); Echinoidea (ouriços e bolachas-do-mar); Holothuroidea (pepinos-do-mar); e Crinoidea (lírios-do-mar e penas-do-mar).
Esponja: Ver Porífero.
Esporos: Corpúsculo formado por um ou mais células com função reprodutiva.
Exoesqueleto: Esqueleto externo.
F
Família: Em sistemática, cada uma das subdivisões de uma ordem.
Fecundação: Reunião de gametas. Em sentido mais amplo, união sexual.
Ficobionte: Animais que possuem associação com microalgas em seu tecido. Fico=alga.
Filtro: Equipamento responsável pela remoção de partículas sólidas em suspensão na água.
Fitoplâncton: Micro algas que são levadas pelos mares e servem de alimento para seres filtradores.
Fitoplâncton: Parte do plâncton composta por organismos autotróficos.
Fluval: Filtro biológico (bactérias).
Fluxo luminoso: É a quantidade de luz emitida por uma fonte luminosa medida em lúmens.
Fosfato: Íons PO4 com carga três negativo.São liberados normalmente pela alimentação e matéria orgânica introduzida no aquário.Em aquários a densidade de peixes é muito mais alta que na natureza. Assim, a capacidade de consumo é menor que o introduzido levando ao crescimento indesejado de algas.
Fótica: Nível superior da zona profunda epipelágica; zona onde a luz é suficiente para a fotossíntese.
Fotossíntese: Processo executado pelos vegetais clorofilados que, na presença de luz solar, fixam o gás carbônico e liberam oxigênio
Fotossintético: Animais que possuem Zooxanthellae e utilizam a iluminação para se alimentarem
Freshwater: Palavra inglesa que significa “água-doce”.
G
Gameta: Célula sexual haplóide que, combinada com uma outra compatível, forma um zigoto; ovos ou espermatozóides.
Gene: Sequência de nucleótidos ocupando uma posição específica (locus) numa molécula de DNA; unidade química da informação hereditária que pode ser transmitida à descendência
Gonopódio e gonopodium : Órgão masculino de copulação, formado a partir da nadadeira anal.
Guerra química : Termo usado para descrever uma agressão (defesa) entre um invertebrado e outro.
H
Habitat: A localidade, isto é, o meio em que um organismo vive; lugar onde uma espécie normalmente vive e cresce.
Habitat: Local onde vive um organismo.
Half Moon (HM): Half moon é um tipo de Betta cuja cauda tem um ângulo de 180 graus.
Haplóide: Diz-se da célula que contém apenas metade dos cromossomos em seu núcleo; 1N.
Hemoglobina: Proteína que se encontra em solução extremamente concentrada nos glóbulos vermelhos. É um pigmento respiratório responsável pelo transporte das moléculas gasosas através do organismo.
Hermafrodita: Indivíduo que apresenta simultaneamente gônadas masculinas e femininas.
Heterotrófico: Diz-se do organismo que necessita de compostos orgânicos como principal fonte de alimento.
Híbrido: Originário de um cruzamento entre espécies diferentes.
Hidróxido de Cálcio: Ca(OH)2; usado para fazer kalkwasser
HQI: HQI significa: Halogen Quartz Iodide (halógena de quartzo e iodo)
I
Ictio: Relativo a peixe.
Ictio: Denominação geral de doenças que atacam a pele dos peixes.
Ictiologia: Ciência que estuda os peixes.
Ictiólogo: Pessoa especializada em estudar peixes.
Incrustante: Animais ou algas que se fixam em rochas ou outros materiais.
Infusório: Organismos microscópicos formados a partir da decomposição de vegetais, usados como alimento para as crias.
Intertidal: Área costeira que se extende entre as zonas de preamar e baixamar; áreas existentes ao largo da costa que são alternativamente cobertas e descubertas pelas marés.
Invertebrados : Animal que não possui vértebras (ossos que formam a coluna vertebral).
K
Kalk: Abreviação de Kalkwasser.
Kalkwasser: Solução saturada de hidróxido de cálcio em água doce usada para repor tanto o cálcio quanto a reserva alcalina em aquários de corais; do alemão, água calcária.
Kalkwasser: Água calcaréa
Kalkwasser: Água calcaréa (Hidróxido de Cálcio)
Kalkwasser: Kalk=Cal + wasser=água.
L
Labirinto: Órgão acessório á respiração de alguns peixes que permite a retirada do oxigênio do ar atmosférico.
Larvas: Termo usado para peixes recém – nascidos que ainda não se parecem com os pais.
Limewater: Ver Kalkwasser; do inglês, água calcária.
Linha lateral: Sistema presente em alguns peixes e anfibios, que é composto por celulas nervosas que formam uma gelatina. É usada normalmente para perceber pequenas variações e ondas de pressão provocadas por objetos e/ou predadores ao redor do animal. Alguns animais a usam também para saberem de que forma seu corpo está posicionado em relação ao meio. Este sistema importantíssimo permite que peixes escapem de predadores e desviem rapidamente de objetos quando em fuga já que estes criam distorções de pressão que são percebidas pelo peixe.
Linha Lateral : Órgão sensorial formado por canais que correm em cada lado do corpo
M
Manto: Termo usado para descrever a parte exposta de uma “Tridacna”.
Material Filtrante: tipo de produto que é usado dentro dos filtros para filtrar a água. Pode ser uma esponja, carvão ativado, etc…
Maturação: Ato ou efeito de maturar,amadurecimento. Em aquarismo é um período de 30 a 90 dias para dar “Vida” ao aquário após a sua montagem.
Meio marinho: Parte da biosfera, geosfera e hidrosfera contida até à linha de costa terrestre.
Metabolismo: Processos químicos que transformam e decompõem matéria orgânica dentro de um organismo, produzindo energia.
Metal Halide: Lâmpada de vapor Mmetálico, mais conhecida como HQI.
Micro Bolhas: Bolhas formadas pelo skimmer ou pro qualquer outra bomba não regulada corretamente.
Microorganismos: Na prática, classifica todos os organismos não classificados como plantas ou animais, usualmente microscópicos ou submicroscópicos existentes em quase todos os tipos de ambientes.
Misidáceos: Pequeno grupo de crustáceos parecidos com camarões.
Mitocôndria: Organelos do citoplasma duma célula eucariótica; responsável pela respiração e a síntese de ATP. Contém DNA circular.
Muco: Secreção de certas mucosas para umedecer e proteger a pele dos peixes, no caso dos corais é liberação de Zooxanthellae para proteção e higiene.
Mutualismo: Associação entre dois organismos trazendo vantagens para ambos. É o caso da anêmona e peixe palhaço.
Mutualismo : Relação onde os participantes se beneficiam e mantem dependencia para a sobrevivencia – Ex- Líquens, cupins e os protozoários que digerem a celulose ingerida pelos cupins
Mysis: Crustaceo da classe Malacostraca e ordem Mysidacea, encontrado no substrato e rochas do aquario marinho de rochas vivas. òtimo alimento para peixes, muito rico em ômega 3 e ômega 6
N
Nadadeiras: Apêndices externos dos peixes, que os capacitam a dar impulsos para locomoverem-se e se manterem equilibrados.
Nadar livremente : Diz-se dos peixes recém-nascidos logo depois que consomem o saco vitelino e começam a nadar.
Náuplios: Filhotes de artêmia salina recém nascidas.
Nekton: Organismos cuja perfomance natatória lhes permite contrariar as correntes, ao contrário por exemplo do plancton.
Nematocisto: Estrutura localizada no cnidócito usada pelos cnidários para injetar a cnida em seus predadores ou em suas presas, dependendo se for ataque ou defesa.
Nematódes: Vermes não segmentados, alguns dos quais parasitas.
Nitratos: ìons NO3 com carga negativa.Resultado da oxidação do nitrito pelas bactérias aeróbicas. Substância bem menos tóxica que os nitritos porém em níveis altos provocam reação negativa de corais e stress em peixes podendo levá-los a morte, e é alimento de algas indesejáveis no aquaário.
Nitritos: Íons NO2 com carga negativa, produto da oxidação da amônia pelas bactérias Nitrosomas ou Nitrobacterias.Substância pouco menos tóxica que a amônia porém ainda muito tóxica dentro de um aquário.
Notocorda: Cordão cartilaginoso do embrião que vai da cabeça à cauda e suporta o cordão nervoso; na maioria dos peixes esta estrutura é substituída pelas vértebras durante o desenvolvimento larvar, no entanto nos peixes mais primitivos (celacanto, lampreias e quimeras) a notocorda mantém-se no adulto substituindo a coluna vertebral.
Núcleo: Parte da célula viva onde tem lugar a replicação e a trascrição do DNA.
O
Onívoro: Que come de tudo, tanto alimentos de origem vegetal como animal.
Opérculo: Pequeno osso que recobre as brânquias dos peixes.
ORP: Medida de oxigênio dissolvido na água (Potencial Redox).
Osteícteos: A antiga classe Osteichthyes não é um grupo monofilético. É vernáculo e compreende agora os Sarcopterigyi e os Actinopterigyi.
Oviduto: Canal que vai do ovário até a cloaca, por onde passam os ovos.
Ovíparo: Animal que põe ovos ou óvulos.
Ovopositor: Estrutura localizada no final do oviduto, por onde a fêmea elimina os ovos.
Ovovivíparo: Animal que se reproduz através de ovos incubados no corpo da mãe, que se desenvolvem às custas de seu vitelo.
P
Papila: Pequena saliência no corpo do animal, com forma aproximada de um mamilo.
Parasita: Organismo que se aproveita de um outro(hospedeiro), retirando alimento. Podendo ou não causar a morte do hospedeiro
Parasita: Que vive e se alimenta dentro ou sobre outro organismo com dano para este.
Patogênico: Capaz de produzir doenças.
Pedúnculo caudal : Parte do corpo do peixe que conecta a cauda ao corpo.
Peixe: Literalmente, um vertebrado (animal com coluna vertebral) que tem brânquias e vive na água.
Peixes cartilagíneos: Grupo de peixes que inclui os tubarões, as raias e as quimeras.
Peixes ósseos: Nome comum dos Osteichthyes; grupo dos peixes com esqueleto ósseo. Inclui os teleósteos, os pulmonados e os crossopterígeos
Pelágico: Que vive e se alimenta no mar aberto; associado à superfície ou ás camadas de água medianas.
Pelágico: Diz-se do organismo que vive habitualmente na coluna d’água, sem contato com o substrato.
Pélvica: Nadadeiras localizadas no ventre (ventrais).
Perifíton: Camada de pequenos animais ou plantas aderentes a superfícies que se projectam acima do fundo.
Perlon: Tipo de Lã Acrílica muito utilizado como elemento filtrante para aquários.
PH: Indicador de acidez ou alcalinidade da água.
Plâncton: comunidades formadas de pequenos animais e vegetais (zooplâncton e fitoplâncton) que vivem em suspensão na água.
Plâncton: Microorganismos pelágicos marinhos ou dulcícolas sem grandes capacidades natatórias.
Plâncton: Organismos que flutuam ou que nadam incipientemente numa massa de água e são transportados pelas correntes. Organismos que variam em tamanho de pequenos animais ou plantas a grandes medusas e salpas e inclue até os estadios larvares de peixe (ictioplâncton).
Plantado: Aquário geralmente de água doce, abrigando também animais, onde são cultivadas plantas ornamentais naturais.
Plantado: Aquário, geralmente de água doce, onde são cultivadas plantas naturais.
Plenum: Sistema, normalmente colocado por baixo do substrato, destinado a criar ambiente anaeróbico, para o processamento biológico do nitrato.
Pólipo: Parte viva do coral, cada um dos membros da colônia.
Porifera: Filo que representa as esponjas.
Porífero: Animal muito primitivo, pluricelular, encontrado em quase todos os ambientes aquáticos, com cores e formas variadas. Possui baixo grau de diferenciação dos tecidos, em geral, filtrador.
Potencial Redox : Medida de valor entre Redução e Oxidação da água.
Predador: Animal que caça um outro para se alimentar.
Prênsil: Que tem propriedades ou o formato adequado para apanhar ou agarrar.
Proectise: Período intermediário entre duas trocas de exoesqueleto calcáreo de certos crustáceos (Stenopus e paguros).
Protocooperação : Relação simbionte onde ambos organismos se benificiam, mas podem viver independentemente uma da outra – Ex: Anemonas e paguros, camarão cleaner,…
Protozoário : Animais microscópicos de apenas uma célula.
Protozoários: Grupo de animais unicelulares.
Pulsar: Termo usado para descrever o movimento dos pólipos de um Coral (xênia).
Q
Quarentena: Aquário secundário, onde devemos colocar peixes e outros organismos recém adquiridos , para uma melhor observação de sua saúde e comportamento antes de colocá-los no aquário principal em definitivo.
R
RA – Reserva Alcalina: Medida de alcalinidade disponível total da água.A RA em níveis ideais ajuda a manter o pH estável.
Reator de cálcio : Equipamento utilizado para equilibrar, cálcio, Reserva alcalina e pH, usando para isto a dissolução de média.
Refúgio: Ambiente anexo ao aquário principal onde organismos podem crescer e se multiplicar livres da predação que ocorreria caso os mesmos fossem mantidos no aquário principal.
Regeneração: Capacidade que alguns animais apresentam de repor partes perdidas de seu corpo.
Rochas Vivas: Material orgânico fóssil de composição calcaria, utilizado aos pedaços para proporcionar filtragem biológica em aquários
S
Saco vitelino : Um tipo de bolsa que alguns alevinos têm quando nascem e do qual se alimentam nos primeiros dias de vida.
Salinidade: Quantidade de sal que se encontra dissolvido na água.
SALOBRE: Mistura de água doce e salgada, encontrada em estuários
Saltwater: Palavra inglesa que significa “água-salgada”
Séssil: Animal que vive fixo num substrato como, por exemplo, as poliquetas e corais.
Séssil: Organismo aderente a um substrato.
Simbiose: Vida conjunta de duas espécies diferentes (usualmente) com benefício para uma ou as duas partes.
Simbiose: É denominado simbiose, qualquer tipo de interação entre dois ou mais seres, seja ela benéfica ou não. São exemplos: Mutualismo, protocooperação, Comensalismo, inquilinismo, parasitismo e predatismo
SiO2: Dióxido de Silício, faz parte do alimento das algas marrons(cianobactérias e diatomáceas) portanto maléfico para um reef; encontrado na água de torneira.
Skilter: Filtro externo com adaptação para Skimmer.
Skilter: Filtro mecânico usado para reter partículas.
Skimmer: Desnatador ou fracionador de proteínas.
Skimmer: Aparelho que mistura em seu interior bolhas de ar muito pequenas à água que por ele passa. Parte dos poluentes dissolvidos na água ao entrarem em contato com estas bolhas de ar se prendem a superficie delas, que sobem em direção a superficie da água e estouram, criando assim uma espuma contendo estes poluentes presos. Esta espuma vai se acumulando e começa a subir atraves de um cano (conhecido como pescoço) até que transborda e é coletada em um copo no topo do skimmer. Desta forma podemos retirar parte dos poluentes do aquario. O efeito skimmer pode ser bem observado no mar em dias de ressaca.
Skimmer: Aparelho de filtragem que usa como elemento filtrante a adsorção em microbolhas reduzindo assim compostos toxicos( so reduz a quantidade nao retira totalmente).
SPS: Small Polyped Scleratina, Coral duro de pólipo pequeno.
Substrato: Tipo de cascalho ou areia que se coloca no fundo do aquário.
Substrato: Camada de cascalho e outros materiais, utilizada no fundo dos aquários com o objetivo de fixar certas bactérias responsáveis pela decomposição da matéria orgânica, transformando possíveis gases tóxicos em substâncias assimiláveis pelas vidas contidas no mesmo.
Substrato: A base na qual um organismo vive; leito do mar ou dum rio ou qualquer outra superfície sólida à qual se fixam ou movimentam animais ou plantas; a substância que forma o fundo do mar.
Sump: Caixa de circulação. Aquario normalmente menor que é utilizado para abrigar equipamentos do aquario (como skimmer, aquecedor, etc) facilitando a manutenção e melhorando a estética.
T
Teleósteos: Peixes que possuem esqueleto ósseo.
Teleósteos: Grande grupo que contém os teleósteos; refere-se aos Teleostei, a superordem dos peixes ósseos com raios nas barbatanas. As outras são os Condrostei e Holostei, que podem ser polifiléticas, e portanto estes nomes, embora utilizados, estão postos de lado na classificação moderna.
Temperatura de Cor: É a grandeza que expressa a aparência de cor da luz, sendo sua unidade o kelvin (K). Quanto mais alta a temperatura de cor , mais branca é a cor da luz. A luz quente é que tem aparência de cor amarelada e a temperatura de cor baixa: (menor que 3000 K). A luz fria, ao contrário, tem aparência azul – violeta, com temperatura de cor elevada: (6000 K ou mais). A luz branca natural é aquela emitida pelo sol em céu aberto ao meio dia, uja temperatura de cor é 5800 K.
Tentaculos: Podem exixtir em forma de dedo ou de penas. Estruturas que circulam a boca de um polipo ou de uma anemona. Usado para captura de presas, defesa, troca de gases, reprodução e absorção de nutrientes.
Termoclina: A interface distinta entre as águas de superfície e as camadas mais frias e profundas. Região abaixo da superfície a partir da qual a temperatura desce abruptamente com a profundidade.
Termômetro: Instrumento de medição de temperatura,cujo funcionamento se baseia no estabelecimento de equilíbrio térmico entre ele e o sistema cuja temperatura se quer determinar.Os mais comuns usados em aquários são de vidro e em fita adesiva.
Termostato: Aparelho que mantém constante a temperatura da água.
Timer: Aparelho programado para ligar e desligar aparelhos em horários programados
TPA: Abreviação de “Troca Parcial de Água”
Tubifex: Anelídeo avermelhado semelhante a uma minhoca encontrada em águas estagnadas e é usado com alimento para peixes.
Turbido: Reduçaõ de visibilidade na água. A maior parte das vezes relacionado com organismos suspensos ou particulas inorganicas.
Turfa: Matéria formada por vegetais em decomposição, encontrada em locais pantanosos.
U
Ultra Violeta: Filtro esterelizador, ajuda no combate de algas e seres patogênicos
Uréia: Substância química resultante da decomposição de proteínas animais ou humanas. É encontrada no sangue e na urina.
UV: Ver Ultra Violeta.
V
Ventoinha: Eletroventilador, geralmente instalado nas tampas dos aquários, que tem como função o resfriamento da água.
Vitelo: Reserva alimentar nos óvulos dos animais.
Vivíparo: Animal que pare seus filhotes, que são incubados no corpo da mãe, com contato direto ou indireto com ela para se nutrirem.
W
Wave Light : Dispositivo eletrônico usado para intercalar o tempo de acendimento e intensidade das lâmpadas.
Wave Makers: É um aparelho que simula as correntes, ligando e desligando as bombas de circulação fazendo varias correntes dágua. Fazendo assim uma movimentação bastante variada no aquario.
Z
Zigoto: Célula resultante da união de dois gametas.
Zoanthidios: Pequenos corais tipo anemonas sem escoleto. Solitarios ou em colonias ex: Zoanthus e Parazoanthus.
Zooplâncton: Animais (na sua maioria microscópicos) que habitam na coluna de água sem, contudo, terem a possibilidade de contrariar os deslocamentos das massas de água.
Zooplâncton: Parte do plâncton composta por organismos heterotróficos.
Zooplâncton: Pequenos animais que vivem em suspensão na água.
Zooxanthella: Micro alga que vive associada a bivalves e cnidários ficobiontes.
Zooxanthellae: Alga unicelular que se encontra nos tecidos de muitas espécies de corais, responsável pela nutrição e alimentação destes animais.
Zooxanthellas: São algas que se localizam por todo o tecido do coral. Tanto corais como algas tem vantagens nesta associação, o coral com os carboidratos produzidos a partir do metabolismo das algas e as algas com os dejetos orgânicos liberados pelos corais

 

 

Fonte: Reef Corner.org

Now Playing: Planet Hemp – Stab.

Retrospectiva:

Comecei no aquarismo faz uns vinte e poucos anos. Naquela época todos usávamos o Filtro Biológico de Fundo (doravante chamado FBF) com placas perfuradas sob o cascalho, torres de plástico e pedras porosas borbulhando algumas bolhas de ar provenientes de compressores.20 e tantos anos se passaram desde então.

Os filtros externos e os canisters surgiram e rapidamente foram substituindo o “obsoleto” FBF, afinal, a manutenção de um filtro externo é extremamente mais fácil. Tais filtros também são mais versáteis pois possuem espaço não só para a filtragem biológica como também para filtragem química e mecânica coisas que o FBF não faz.

Naquela época, geralmente usávamos um filtro interno contendo carvão ativo (filtragem química) e perlon (filtragem mecânica). Tais filtros ocupavam um espaço razoável dentro do aquário. Alguns aquaristas mais ousados (eu inclusive) construíam em vidro, filtros externos para a filtragem mecânica e química para liberar o espaço que os filtros internos ocupavam.
Com o lançamento das bombas submersas na década de 80 os compressores de ar foram aos poucos sendo substituídos por elas. Isto aumentou bastante sua capacidade filtrante.

Vou tentar avaliar os tipos de filtragem através de um diálogo entre um aquarista experiente tirando dúvidas de um novato. O novato pergunta:

- Finalmente… o que é a filtragem biológica?

- Durante o processo chamado ciclagem desenvolvem-se em nossos aquários colônias de bactérias aeróbicas que participam do chamado Ciclo do Nitrogênio. Basicamente são duas colônias: as Nitrosomonas, que transformam amônia em nitritos e as Nitrobacter, que transformam nitritos em nitratos. As reações químicas básicas que descrevem tais reações podem ser resumidas da seguinte forma:

2 NH3 + 3 O2 —-> 2 HNO2 + 2 H2O (Ação das Nitrosomonas)

2 HNO2 + O2 —-> 2 HNO3 (Ação das Nitrobacter)

Não pretendo me estender no Ciclo do Nitrogênio, mas, apenas ressaltar sua importância para a vida de nossos peixes uma vez que amônia e nitrito são considerados poluentes graves no aquário e letal acima de certos níveis.
Observe pelas reações acima que tais poluentes são oxidados. Tal processo oxidativo requer o oxigênio e as bactérias. Sendo assim, quanto maior for a concentração de oxigênio na água e quanto maiores forem as colônias dessas bactérias tanto melhor para manter a água de nossos aquários mais limpas.
Tais bactérias estão espalhadas por todo o aquário. Entretanto sua maior eficácia ocorrerá onde existir maior fluxo de água transportando oxigênio.

- Entendi. Então, nos aquários com FBF a filtragem biológica é maior?

- Em aquários com FBF todo o chão do aquário serve como meio de fixação para as bactérias proporcionando uma grande área bem oxigenada pois as bombas ligadas nas torres fazem a água circular através do substrato levando não só a sujeira para o fundo como também o oxigênio para as bactérias.

Nos filtros externos (hang-on, Canisters e dry-wet) o espaço disponível para fixação das bactérias é limitado. Nos chamados hang-on, filtros pendurados na parte traseira do aquário ou nos Canisters, filtros externos mais espaçosos que geralmente ficam no chão, ao lado do aquário, o espaço para a fixação é bem pequeno. Normalmente utilizam-se esponjas, bio-balls ou anéis de cerâmica como mídias de fixação para as bactérias. Os chamados filtros externos dry-wet são filtros bem maiores. Na verdade são aquários auxiliares destinados a proporcionar um filtragem mais eficiente por possuírem uma área de atuação bem maior que os anteriores. Neles, além das mídias já citadas pode-se também usar areia fluidizada e outros materiais filtrantes.
Dos três sistemas citados acima a eficiência maior (por conta do maior espaço) é no dry-wet, seguido pelo Canister e por último nos hang-on.

- E quais são então os prós e contras de ambos os sistemas de filtragem?

- A grande vantagem dos filtros externos está na maior facilidade de manutenção e substituição dos materiais filtrantes. Por outro lado, a área do chão do aquário é muitas vezes maior que a dos filtros externos, proporcionando mais espaço para a fixação das bactérias.

Filtros externos:

Vantagem:
Fácil manutenção

Desvantagens:
Preço dos filtros e das mídias filtrantes alto
Manutenções mais freqüentes
Menor área de fixação —> Filtragem menos eficiente

FBF:

Vantagens:
Preço das placas e bombas submersas baixo
Maior área de fixação —> filtragem mais eficiente

Desvantagem:
Difícil manutenção

- Mas e então? Qual é melhor?

- Calma! A resposta a essa pergunta é bem mais complexa do que pode aparentar.

Se compararmos os níveis de amônia e de nitritos em dois aquários idênticos, ocupados pelos mesmo número (e espécies) de peixes, um com FBF e outro com filtragem externa de igual vazão não tenha dúvida que o com FBF terá níveis mais baixos.

- Então o FBF é melhor?

- Com o passar do tempo, o FBF vai acumulando sujeira sob as placas que estão abaixo do cascalho. Remover esta sujeira não é uma tarefa fácil. Sifonagens do fundo até chegar nas placas ajudam mas, em algum momento, o dono do aquário terá que desmontar todo o sistema para uma limpeza geral (Síndrome da água velha).

- De quanto em quanto tempo teria que fazer a tal limpeza geral?

- Impossível responder. Tudo vai depender do número de peixes, plantas, quantidade de alimento oferecido, enfim, da carga de poluentes existente no aquário. Pode levar meses, pode levar anos. Mas, um dia, será necessário.
Vale ressaltar que o tal momento da limpeza geral nem sempre ocorrerá quando estamos mais dispostos ou com tempo livre. Um belo dia aquele excesso de material orgânico em decomposição sob as placas diminuirá o pH a níveis muito baixos e isto pode inclusive matar as bactérias da filtragem biológica o que pode causar um desastre no aquário com grande mortandade de peixes devido à elevação nos níveis de amônia e de nitritos. O aquarista que optar por usar FBF deve estar avisado sobre esta “bomba relógio” sem contagem regressiva.
Por outro lado, devido a uma maior capacidade filtrante, os níveis de amônia e nitritos de um aquário com FBF costumam, via de regra, ser bem menores que os que apresentam os outros sistemas de filtragem.

- Essa história da “bomba-relógio” me deixou com medo. Então é melhor ficar com a filtragem externa…

- Bem, a filtragem externa, conforme falei, é mais prática. Em meia hora o aquarista desmonta seu filtro externo, substitui os materiais filtrantes, limpa seus anéis de cerâmica, lava o filtro internamente e religa. Entretanto, deve fazer isto com muita freqüência. Mensalmente, de 20 em 20, 15 em 15 dias ou até semanalmente, conforme a necessidade.
Além disso, como não existe filtragem no substrato, o acúmulo de sujeira a ser sifonado é bem maior. As sifonagens e as Trocas Parciais de Água (doravante chamadas TPAs) devem ser bem mais freqüentes do que num aquário com FBF.
Veja também que, além do fator econômico (preço do filtro e mídias filtrantes) existe o fator “paciência”. Sifonar e fazer TPAs não é uma coisa muito atraente para a maioria dos aquaristas. Devem e precisam ser feita mas, levante o dedo aquele que gosta de fazê-las…

- Estou ficando confuso com tantos prós e contras. Afinal, qual é sua opinião?

- Em poucas palavras, acho que os dois sistemas devem ser usados simultaneamente.
Enquanto o FBF é mais eficiente na filtragem biológica os filtros externos o são na filtragem mecânica e química, também contribuindo para a filtragem biológica, sem ocupar espaço interno.

- Mas… e a questão da “bomba-relógio”?

- É um preço que acho que vale a pena pagar em troca de uma água mais limpa e manutenção menos freqüente. Entenda que por manutenção menos freqüente não estou dizendo “abandone o aquário que ele se vira!”. É muito importante o aquarista medir, periodicamente o pH e os níveis de amônia e nitritos de seu aquário. Dessa forma, fica mais fácil saber o momento da “bomba-relógio” explodir e tomar as devidas providências.

- E que providências são estas?

- Como disse, desmontar todo o sistema para uma limpeza geral.

- E onde coloco os peixes enquanto isso?

- Caso só possua um aquário, em balde(s) ou bacia(s). Você usa a própria água do aquário e o filtro externo (que contém biologia nele) enquanto procede a limpeza.

- Mas essa limpeza não vai matar as bactérias do cascalho? Vou ter que esperar o aquário ciclar novamente?

- Repare que as bactérias estão fixadas no cascalho. Retire e guarde a maior quantidade de água possível do aquário. Retire e Lave o cascalho com a própria água do aquário que você guardou de forma a retirar apenas o excesso de sujeira. Use a menor quantidade de água possível.
Remova as placas do FBF e sifone o fundo do aquário para remover a sujeira.
Remonte as placas, recoloque o substrato, plantas e decoração, reponha a água que guardou e religue a filtragem. Se for feito com cautela, no mesmo dia você já pode recolocar os peixes. É só aguardar um pouco para a poeira assentar.

- Nossa! Que trabalhão!

- Verdade, mas se você for cuidadoso com o aquário, não exagerar na comida e fizer as medições de pH, amônia e nitrito periodicamente, terá uma água muito mais limpa por muito mais tempo. Seus peixes agradecem.
Afinal lembre-se:

Água limpa = peixe saudável

 

Autor: Marcos Mataratzis

Now Playing: Planet Hemp – Test drive de freio de camburão.

Quantos de nós já não nos deparamos com a incerteza na escolha do substrato para a montagem de nosso aquário marinho? Será que usarei halimeda ou aragonita? Substrato fino ou grosso?

Neste artigo estarei falando um pouco sobre os diferentes tipos de substrato que podem ser utilizados na montagem de um aquário marinho, suas vantagens e desvantagens, diferenças na composição química e granulometria.

Os Substratos

Aragonita: A aragonita é uma da formas cristalizadas encontradas do CaCO3 (carbonato de cálcio), possui estrutura ortorrômbica e é mais instável do que a calcita, a outra forma de cristalização do CaCO3. Tal instabilidade faz com que esta seja mais solúvel, o que promove grande poder alcalinizante, ajudando também na reposição de cálcio e carbonatos. A aragonita pode ser encontrada na natureza principalmente na estrutura de esqueletos de animais (peixes, corais, etc.) e nas conchas de moluscos em diferentes granulometrias. Possui preço mais elevado, mas sem dúvida é o melhor tipo de substrato para nossos aquários.

Calcita: A calcita é a forma de cristalização do CaCO3 mais encontrada na natureza por ser a forma mais estável, possui estrutura trigonal, e devido a sua alta estabilidade possui uma capacidade de alcalinização, reposição de cálcio e carbonatos não tão eficientes quanto à aragonita, mas é algo que não é preocupante uma vez que a maioria dos aquaristas se utiliza de alguma forma de reposição de cálcio e carbonatos. Pode ser adquirida em diferentes granulometrias e possui custo baixo. Existem relatos de que a calcita principalmente em granulometrias finas tende a escurecer com o decorrer do tempo deixando o aquário com um aspecto “sujo”.

Halimeda: A halimeda é uma macro alga marinha que possui em seu interior um esqueleto calcáreo. Quando esta morre, tudo o que sobra é seu esqueleto, chegando a formar grandes bancos de halimeda em algumas regiões. Seu esqueleto é composto basicamente de CaCO3 em algumas variações de proporção entre aragonita e calcita. Este tipo de substrato é bastante usado em montagens de aquários, principalmente pelo seu baixo custo. Por ser formada basicamente de carbonato de cálcio em quantidades razoáveis de aragonita possui um bom poder alcalinizante e é um bom substrato para aqueles que pretendem adquirir um bom substrato a um baixo custo.

Dolomita: A dolomita [CaMg(CO3)2] é um mineral composto basicamente por carbonatos de cálcio e magnésio, bastante utilizada em ornamentação pode ser encontrada tanto na forma de pedras como de cascalho. A dolomita é um mineral pouco utilizado no aquarismo, seu aspecto é pouco natural e corre-se o risco de haver uma dissolução de magnésio na água maior do que o necessário podendo acarretar em sérios problemas. Não é um substrato indicado para aquários marinhos.

Areia de Praia: A areia de praia normalmente é tida como o substrato com o aspecto mais natural para nossos aquários, mas não é verdade, sendo que está presente em sua maioria nas praias e não no fundo dos recifes. A areia de praia é formada principalmente de cristais de quartzo (SiO2), e embora esteja comprovado que a sílica presente nestes cristais não se dissolve na água do aquário o mesmo não é indicado como um bom substrato, uma vez que este não possui nenhum poder alcalinizante podendo acarretar em problemas na manutenção da reserva alcalina e grandes variações do pH do aquário.

Granulometria

Outra dúvida muito comum na montagem do substrato é quanto a sua granulometria. O que devemos ter em mente é que mais do que um simples aspecto estético, diferentes granulometrias para o substrato acarretam diferentes conseqüências para o aquário.
A escolha de um substrato fino acarretará numa menor separação entre os grãos, fazendo com que este seja mais compacto. Tal característica favorece a criação de uma região anóxica na parte inferior do substrato com uma menor altura do mesmo, sendo assim excelente para a criação de um sistema denitrificante. Por outro lado substratos finos por serem mais leves podem ser mais facilmente revolvidos pela circulação do aquário e demoram a assentar.
Quando escolhemos um substrato mais grosso estamos aumentando a área livre entre os grãos, fazendo com que este seja menos compacto, deste modo temos uma maior facilidade de circulação de água pelo substrato e desfavorecendo assim a criação de uma região anóxica na camada inferior, e para contornar tal problema devemos aumentar a altura do substrato. No entanto a maior separação entre os grãos favorece e muito a proliferação da micro fauna presente no substrato uma vez que ela tem maior capacidade de penetração no substrato menos compacto.
Nada impede que utilizemos diferentes granulometrias na formação do substrato e podemos desta forma aliar o melhor dos dois mundos, utilizando um substrato de granulometria fina na região inferior e uma camada superficial de espessura entre 2 a 4 centímetros de um substrato de granulometria mais grossa. Desta forma estaremos provendo um substrato com uma boa capacidade de denitrificação e de manutenção de micro fauna bêntica.

Conclusão

Podemos concluir desta forma que mais do que meramente estético o substrato exerce um papel importante no aquário e, portanto deve ser montado de maneira consciente, para que desta forma não tenhamos problemas futuros e asseguremos a estabilidade do aquário

 

Créditos: Armando Travaglia

Now Playing: Planet Hemp – Dig Dig Dig (Hempa).

Feliz dia das Crianças!

Publicado: outubro 15, 2010 em Pensamentos, Pessoal

Gostaria de fazer uma homenagem aos meus filhos e todas as crianças do MUNDO com minhas músicas favoritas e os clipes mais infantis do mundo.

Bom é isso aí…

Now Playing: Static-X – kill your Idol

Manutenção de tridacnas

Tridacna croceaAs tridacnas possui uma característica peculiar que as diferem dos corais. Estes normalmente mantém suas zooxantelas dentro do seu tecido, particularmente na gastroderme. Já as tridacnas possuem prolongamentos de seu sistema digestivo, altamente ramificados, onde elas cultivam as zooxantelas logo abaixo do manto. Sua capacidade de manter zooxantelas nesses canais é altíssima – cerca de 10X mais que os corais – e portanto as tridacnas necessitam de muita luz e nutrientes suficientes para manter essa “fazenda” de zooxantelas.

Para manter aquários com muitas tridacnas é importante que as taxas de nitrato nunca zerem. Elas podem permaneces bastante baixas, porém sempre deve existir o nitrato para que as algas simbiontes possam viver e a Tridacna obter nergia. Alguns macetes são importantes para conseguir esta situação sem grandes problemas com algas.

A princípio deve-se produzir muito nitrato. A melhor fonte para isto são os peixes. Aquários com muitos peixes mostram-se melhor hospedeiros de tridacnas. Porém, como evitar que o nitrato chegue a níveis muito altos?

O segredo é ter ao mesmo tempo da maior produção de nutrientes pelosTridacna maximapeixes, um grande consumo. Os níveis de nitrato assim permanecem indetectáveis, porém seu curto período na coluna d’água até que ele seja consumido é suficiente para que as zooxantelas o utilize. O consumo pode ser feito por um substrato bem preparado com granulometria fina e pelo menos 12 cm de profundidade e um bom refúgio. Refúgios do mesmo volume do aquário repletos de algas Caulerpa são aconselháveis para manter grande número de tridacnas em aquário. Utilização de skimmer também auxilia neste processo. Eu particularmente tenho mantido 7 Tridacnas em um Tridacna maximamesmo aquário de 650 litros, todas apresentando um ótimo crescimento. O aquário possui muitos peixes alimentados com fartura, um bom skimmer e um bom refúgio de 100 litros repleto de algas. O nitrato está indetectável há mais de 1 ano.

Uma outra coisa importante sobre estes bivalves é que em sua fase juvenil, conhecidas como baby clams, elas utilizam para seu rápido crescimento a filtração do bacterioplâncton. Alguns aquaristas que mantém tridacnas desde este tamanho repostam grande sucesso ao alimentá-las todos os dias com fermento biológico diluído em água e borrifado sobre o sifão inalante.

 

 

Now Playing: Jack Johnson – Good People

 

Passeando pela Net achei esse vídeo no Youtube:

A Ora mais uma vez, mandando bem.

Mas eu também não fiquei de fora… Hehehe

Esse é meu Mandarim comendo ração, depois de 3 meses de cabeça quebrada pra achar um meio e agora está aí a prova.

NowPlaying: Pantera – Up Lift

The Black Dahlia Murder

Publicado: setembro 24, 2010 em Minhas músicas

Atualizando a seção “Minhas músicas” segue mais um Play que estou ouvindo bastante aqui no trampo.

Fazendo Backlog de tickets da Nissan. CRUEL!!!

The Black Dahlia Murder
Deflorate (2009)

1. Black Valor 3:09
2. Necropolis 3:30
3. A Selection Unnatural 2:50
4. Denounced, Disgraced 3:43
5. Christ Deformed 3:30
6. Death Panorama 1:54
7. Throne Of Lunacy 3:34
8. Eyes Of Thousand 3:13
9. That Which Erodes The Most Tender 3:01
10. I Will Return 5:34

Download

Now Playing: The Black Dahlia Murder – Eyes Of Thousand

Tem que levar a família mesmo?

Publicado: setembro 15, 2010 em Virado á Paulista

É brincadeira viu!

Now Playing: Desligado com vontade de chorar de tristeza vendo toda essa palhaçada!

Realmente esse cara tem moral de receber votos, por que essa nação de palhaços engravatos e massa ignorante não assume que esse País já passou de Circo pra Stand up Comedy. (por que é onde todos falam da desgraça alhei e a massa acha graça).

Parabéns Tiririca, você tem meu voto. (Já que ia votar nulo, pois votar nos mesmo ladrões e picaretas não dá mais).

Now Playing: Charles Henriquepedia – Ah, Muleke!